quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Saudade das Frentes Frias...

Onde você estava enquanto a Vermelha do Norte (Ubatuba) apresentava essas condições?
É difícil ser surfista morando em São Paulo, a menos que você não trabalhe, não tenha nenhum compromisso diário e conte sempre com um carro a sua disposição, além da grana do pedágio e do combustível.

Vou explicar. Como sabem, para nos realizarmos no mar dependemos quase que exclusivamente da vontade superior da Natureza e de Netuno. Uma série de combinações são necessárias para que as ondas apareçam. A chegada de um swell é sempre festejada pelos surfistas, mesmo que ele não venha com tanta intensidade.

Mas acontece que, às vezes, esse swell chega em plena terça-feira, enquanto você está pegando o ritmo de trabalho para a semana. Para piorar, a previsão indica que a ondulação não vai se manter para o final de semana.

O que fazer? Abandonar o chefe, os compromissos e se mandar para o litoral? Bem que gostaríamos, mas são mínimos os sortudos que podem se dar esse luxo.


Praia do Tombo, Guarujá (SP) quebrando de gala durante a semana.
Foto: Daniel Smorigo.


No verão, a coisa complica. Raramente recebemos frentes frias, que trazem consigo as boas ondas. Parecemos malucos, acompanhando dia a dia a previsão, ora tentando decifrar os gráficos, ora lendo boletins que alimentam a esperança (ou a afundam de vez).

Essa semana me bateu raiva, angústia, insônia, por causa das ondas. E não foi para menos. Foi Carnaval, tivemos cinco dias de festa pela frente, cinco dias de possibilidades de surf. O boletim das ondas da sexta-feira pré-folia foi o mais aguardado e, segundo as previsões, haveria uma possibilidade de surf, mesmo que fosse naquele meio metro tradicional dos nossos beachsbreaks.

Mas Netuno, como todo bom brasileiro, sabe que o ano começa mesmo depois do Carnaval. E assim foi, as ondas chegaram, apresentando bom tamanho e formação, um prato cheio para matar a fissura sem fim. Mas já era tarde, já era quinta-feira e já estávamos todos no escritório, na frente do computador novamente.

Que decepção... De que vale o Verão, cheio de luz, de calor, de glamour, praias cheias, noites incríveis, se no final das contas, o que a gente mais quer é que o Outono volte e traga com ele as frentes frias, cheias de swells consistentes e ondas de qualidade?

Quer saber? Queria mesmo é largar essa cidade, seguir para a praia e desfrutar das melhores ondas no meio da semana, quando os surfistas de final de semana (como eu), trabalham e apenas sonham com a água salgada. Alguém aí sabe de uma vaga de jornalista no litoral?

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Em busca de inspiração...

A inspiração está dentro de você, basta buscá-la. Nesta foto, Por-do-Sol em algum lugar do Oceano Atlântico.
Recentemente, algumas pessoas tem me perguntado por que parei de escrever, principalmente neste espaço, que deveria ser mais freqüente. É uma pergunta difícil de responder, e na maioria dos casos, respondo que não ando tendo muita inspiração.

“Mas você é jornalista”, questionam. Como se certas coisas a gente aprendesse na faculdade...

Comecei a me dedicar aos textos desde cedo. Por volta dos 14 anos, escrevi mais de 100 páginas de um livro. Era uma brincadeira, um passatempo, mas que já alimentava minha paixão.

De lá para cá, iniciei algumas histórias, todas sem conclusão, e me formei em jornalismo, não por acaso. Então, escrever tornou-se meu ofício. São milhares de palavras digitadas por semana, incontáveis parágrafos formatados e inúmeros textos publicados.

Mas na hora de sentar em frente ao computador e passar para esta tela as minhas emoções, aflições, sonhos e realidades, tudo trava. Cadê a tal inspiração?

Coloco uma música. Tem que ser instrumental, senão a letra cantada me atrapalha. Fecho a porta para não ouvir a televisão na sala. Qual seria a receita da inspiração?

Uma pessoa especial? Bom, eu tenho essa pessoa, que me inspira, que me faz suspirar e sonhar acordada. Posso usar isso como fonte de inspiração...

E que tal um lugar? Ah, são tantos que me despertam bons sentimentos! Mas fica complicado remeter a esses lugares quando tudo o que vejo pela janela do quarto é aquela imensidão cinza.

Folheio uma revista, de surf por sinal, e lembro que no Surf está uma das minhas maiores fontes de inspiração. Afinal, é nesse esporte dos reis havaianos que foco minha carreira.

Aos poucos, as palavras começam a aparecer e as frases se formam, se encaixam e montam esse texto que você lê agora.

Então percebo que a inspiração sempre esteve aqui, esperando ser resgatada a qualquer momento. Ela apenas adormeceu na minha mente. Talvez o motivo de tudo isso tenha sido as férias. Resolvi aproveitar esse mês de ócio e dar descanso a minha cabeça também. Talvez tenha sido preguiça ou falta de hábito mesmo.

Mas me sinto mais aliviada agora. Para os que me questionaram, sim caros amigos, aqui estou eu de volta, como sempre foi e como sempre será!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

BOAS ONDAS EM 2010

Agradeça a natureza pelo que ela te deu até hoje. Foto: Alexandre Gennari
O COP 15 está chegando ao fim e com ele 2009, ano que veio a tona às questões ambientais. Há alguns anos já estávamos recebendo avisos sobre as mudanças climáticas, mas preferimos acreditar que os bens que a Terra nos prove eram infinitos.


Pois não são e o planeta pede socorro. Nossos recursos estão se esgotando e logo a vida como conhecemos hoje, cheia de facilidades, será uma ideia cada vez mais remota.


Mas bem, o ano novo se aproxima e é hora de renovar as energias, as esperanças, fazer planos para os próximos 12 meses. Que tal incluir algumas ações de preservação e sustentabilidade no roteiro de 2010?


Os surfistas devem ter uma preocupação especial com as mudanças climáticas, já que a praia, nosso habitat natural, será diretamente afetado. E isso não está longe de acontecer...


Talvez seja tarde demais... Último dia do encontro em Copenhague e nenhum acordo relevante definido. Mas prefiro acreditar que, fazendo cada um sua parte, teremos mais chances de mudar (ou pelo menos melhorar) essa triste situação que o nosso planeta se encontra.


BOAS ONDAS EM 2010!


terça-feira, 24 de novembro de 2009

2012: Fim do Mundo ou um Recomeço?

Hoje decidi abrir espaço neste blog para um assunto um pouco diferente do que vem sendo abordado por aqui, mas que está me intrigando ultimamente.
Muito se tem dito sobre o que pode acontecer em 2012, essas histórias de profecias e tudo mais. Comecei a pesquisar o assunto e tenho refletido bastante sobre isso.
Antes que alguém se precipite, eu não assisti a versão hollywoodiana de 2012, que está atualmente nos cinemas, portanto o que discuto aqui não tem nada a ver com o filme (eu acho).
Não sei o que pode nos acontecer, mas tenho certeza de que algo está por vir! Segue abaixo um texto que explica melhor o assunto.

2012: Fim do Mundo ou um Recomeço?

Conforme o ano de 2012 se aproxima, cientistas, religiosos e místicos do mundo inteiro correm atrás de pistas deixadas por civilizações e profetas do passado explicando como será o fim dos tempos.

Em diversas culturas ancestrais o ano de 2012 é marcado nos calendários como o 'Armagedom', o 'apocalipse', o 'fim do mundo', 'o juízo final', 'o fim de um ciclo' e, nos mais otimistas, 'o ano em que esta era terminará e outra, melhor, será iniciada'.

Maias, Egípcios, Celtas, Hopis, Nostradamus e diversos profetas, Chineses e Budistas, WebBots, Cientistas e Religiosos das mais diferentes crenças dizem que o mundo como o conhecemos pode estar com os dias contados.

Mas enquanto a data misteriosa não chega, tudo não passa de hipótese. É necessário ter cautela e bom senso em relação a isso.

Há diversas teorias sobre o que realmente vai acontecer em 2012. Há uma hipótese que em 21 de dezembro de 2012 haverá uma inversão dos pólos da Terra, mudando completamente a atual geografia terrestre.

Alguns falam da destruição total do planeta, com asteróides violentos, tempestades solares, derretimento das camadas polares, tsunamis em grandes cidades, terremotos fatais, guerra por comida, por água e a extinção completa da raça humana.

Outros dizem que é nesta data que o Messias voltará à Terra, com possibilidade inclusive de uma intervenção extraterrestre entre nós.

Até a ONU já tomou providencias e inaugurou em 2008 o “Cofre do Fim do Mundo”, com diversas sementes de plantas alimentícias conhecidas em todo o mundo, caso a escassez de comida realmente se concretize.

Outros falam que grandes cataclismos serão gerados devido a passagem de um astro/cometa/planeta perto da Terra.

Seria o “abominável da desolação” de Jesus, a “abominação desoladora” do profeta Daniel, a “grande estrela ardente com um facho, chamada Absinto” do Apocalipse de João, a “grande estrela“, “o grande rei do terror“, “o monstro” ou “o novo corpo celeste” de Nostradamus, o “astro Intruso” ou “planeta higienizador” de Ramatis, o “planeta chupão” citado por Chico Xavier, ou o “Planeta X” procurado pelos astrônomos, ou o “12º planeta” de Zecharia Sitchin, ou o “Nibiru/ Marduk” dos Sumérios, ou ainda o “Hercólubus” da turma da Gnose.

Mas há um outro lado, que pode ser ilustrado pela frase: “depois da tempestade, haverá um dia de sol”.

O Livro Sagrado Maia do CHILAM BALAM, diz: "Ao final do último Katun (1992-2012) haverá um tempo em que estarão imersos na escuridão, mas logo virão os homens do Sol trazendo o sinal futuro. Despertará a Terra pelo norte e o poente, o ITZA despertará".


Calendário Maia

Estudiosos do Calendário Maia como o espiritualista Fernando Malkun também defendem a teoria que a data será marcada por uma mudança de consciência: o fim do medo.

Não podemos esquecer que na visão espiritualista do “fim do mundo”, o lado material (catástrofes, fim do dinheiro, materialismo, consumismo, etc) é colocado em segundo plano.

Não que isso não acontecerá. Eles falam que sim, mas o que vai separar um mundo do outro é uma mudança consciencial: a consciência egoísta e individualista “sou ser humano, pertenço ao planeta Terra” morrerá e nascerá a consciência universalista “sou a encarnação de um espírito, pertenço ao Universo”.

Lembrando que para os espíritas e muitos espiritualistas os reprovados no “juízo final”, ou seja, aqueles que não mudarem a consciência frente as últimas “provas”, serão exilados no Nibiru/ Planet X e terão que recomeçar do zero todo o processo de reencarnação, enquanto que os aprovados para a nova Terra vão estar livres de recordações do passado e qualquer traço de egoísmo e individualismo. Serão os habitantes da nova Terra, do "mundo de regeneração", como os espíritas falam.

Como viu, muitos têm a sua versão do que vai ocorrer por volta de 2012. Mas se notar você vai ver que não será o “fim do mundo”, mas o fim de “um tipo de mundo”, da nossa civilização, sociedade, raça. Como sempre aconteceu, uma nova raça mais desenvolvida vai surgir após a extinção da velha.

Não nos restam dúvidas que nossa civilização está à beira do colapso. Nunca antes estivemos mergulhados em tantas crises ao mesmo tempo: superpopulação humana, pobreza e desigualdade social, crise financeira mundial, crise alimentar, crise energética, escassez de água e petróleo, consumismo frenético, ameaças de terrorismo e guerras nucleares, o reaparecimento de doenças mortais, escândalos envolvendo políticos, quedas de governos, mudanças climáticas e o aumento impressionante das catástrofes naturais e da extinção de espécies, além do agravamento da violência e distúrbios civis. Qualquer um que usar a inteligência deve compreender que, independentemente das profecias de 2012 se realizarem, nossa sociedade está caminhando a passos largos em direção ao precipício. Basta ser um bom observador e perceber isso. Por mais absurdo que possa parecer, isso não é nem um pouco irracional.

Saiba mais: http://porque2012.com/

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Surf no verdadeiro Quintal de Casa

O surf e o skate são considerados esportes irmãos, já que um nasceu do outro. Em tempos de mar flat nos anos 60, surfistas californianos colocaram rodinhas em tábuas de madeira e passaram a surfar nas ruas para diminuir a fissura.

A partir daí, o skate caiu no gosto da juventude e não demorou muito para se espalhar pelo mundo. No Brasil, essa cultura é tão forte que o esporte é o segundo mais praticado entre os jovens, ficando atrás somente do futebol.

A revolução do skate aconteceu em 1973, quando o americano Frank Naswortly inventou as rodinhas de uretano, que permitiam maior aderência no asfalto. Depois disso, o equipamento começou a evoluir sem fronteiras, até chegar ao longboard, a base desta reportagem.

Na onda do Longboard


Diversão na Ladeira. Foto: Marilia Fakih


Para ser considerado um "long", o shape do skate precisa ser maior do que 40 polegadas. A forma varia de acordo com o gosto e o objetivo do skatista, mas independente do modelo, é a modalidade do skate que mais se aproxima do surf.

Esse "surf no asfalto" é melhor executado em ladeiras, já que o longboard em alta velocidade segura mais a bronca dos que o skate menor. Após o drop, cabe ao skatista inovar a cada sessão, podendo apenas "surfar a linha" ou realizar slides, hang five, hang ten, e outras manobras comuns no pranchão da água.

Para quem gosta de adrenalina, a "queda" é um prato cheio. Foto: Leo Berno


O "Quintal de Casa"

Diariamente, o Parque da Independência em São Paulo, importante marco da história brasileira, recebe a visita de diversos skatistas, entre eles, inúmeros longboarders. Eles frequentam o lugar não devido à rica cultura presente nos Museu do Ipiranga ou da Independência, mas sim por causa da enorme, larga e divertida ladeira do lugar.

O pico é considerado o "quintal de casa" de muitos paulistanos. Além dos skatistas, ciclistas, patinadores, corredores, entre outras pessoas, aproveitam a beleza exuberante e a natureza do parque para praticar atividades físicas.



Eu também adotei o quintal. Foto: Leo Berno

A presença de árvores frutíferas atrai diversas espécies de pássaros, entre eles periquito-verde, bem-te-vi, sabiá, pardal e coruja-orelhuda.

A idade dos frequentadores varia desde aquele moleque que acabou de sair da escola até caras na faixa dos 50 anos, que procuram no esporte uma válvula de escape para as tensões cotidianas. Também é comum ver pais ensinado os filhos a arte do "carrinho", namorados colocando as namoradas para "surfar"... O skate é sempre democrático.

Até tubo é possivel encontrar no Museu. Experimente entubar nos coqueiros! Foto: Marilia Fakih


Basta ficar alguns minutos por ali que você verá a galera acelerando na descida, "rasgando o asfalto" da mesma maneira que um surfista rasga a onda. Mas existem os mais clássicos, que descem descalços, variando o pé entre o bico e a rabeta do skate (nose e tail na linguagem original).

E engana-se quem pensa que garota que anda de skate é descuidada e masculinizada. As gatas que frequentam o Parque da Independência estão sempre esbanjando charme e beleza, florindo a ladeira.

Há também os locais, que estão por ali de segunda a segunda. Mas diferente do surf, por ali não existe localismo, o que não significa que qualquer um pode chegar desrespeitando o lugar e os frequentadores.

Os locais. Foto: Marilia Fakih

Resumindo, para quem surfa e tem simpatia com o skate, ou para quem já tem seu carrinho e é louco por adrenalina, vale a pena "fazer uma queda" no Parque da Independência. Vale lembrar que, aos finais de semana e feriados o lugar fica muito cheio e os skatistas dividem a ladeira com ciclistas, patinadores e turistas.

Tome nota

Andar de longboard é mais fácil do que de skate menor, mas todo cuidado é pouco. Lembre-se que "vacar" no asfalto é diferente do mar, e as conseqüências podem ser sérias. Vale a pena investir num equipamento confiável, conversar com quem entende do assunto, antes de se jogar na prática.

Serviço

Museu do Ipiranga - Parque da Independência
Av. Nazareth, s/n - Ipiranga - São Paulo
Fone: (11) 2273-7250
Funcionamento: diariamente, das 5h às 20h

Galeria do Rock (Diversas lojas especializadas em skate e longboard)
Rua 24 de Maio, 62 - República - São Paulo
Funcionamento: de segunda a sexta das 9h às 20h e aos sábados, das 9h às 17h.

Monumento à Independência. Foto: Marilia Fakih



Carveboard também tem sua vez. Foto: Marilia Fakih

Que tal o pôr do sol? Foto: Marilia Fakih

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

O Guardião da Laje

O catarinense Thiago Jacaré é constantemente citado na mídia especializada por sessões de big surf na Laje de Jaguaruna, em Santa Catarina. Aos 26 anos, 13 de surf, Thiago é um verdadeiro embaixador desta onda, que afirma ser a “maior do Brasil”.


Thiago Jacaré na Laje do Jagua (SC). Foto: Divulgação/ATOW-INJ

A onda da Laje do Jagua, como é chamada, quebra a 5 km da costa e foi desbravada em 2003 pelo big rider Zeca Scheffer. Thiago foi o último a rebocar Zeca numa sessão de tow-in na Laje do Jagua. Na mesma semana, o “desbravador” do pico veio a falecer, após um acidente de carro.

O trabalho de propagação da Laje do Jagua pelo Brasil e pelo mundo continua, e é levado à risca por Thiago Jacaré e pela Associação de Tow In de Jaguaruna (ATOW-INJ).
Conversei com o Jacaré sobre sua vivencia no big surf, sobre como foi conviver no outside com Zeca Scheffer e ele diz com convicção: “A Laje do Jagua é a maior onda do Brasil, uma caixinha de surpresas onde tudo é possível”. Confira:

http://waves.terra.com.br/surf/noticia/o-guardiao-da-laje/38037

Thiago Jacaré. Foto: Arquivo Pessoal

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

A quinta-feira mais clássica do ano...

O dia 1 de outubro de 2009 foi um clássico na história de Maresias. Sol forte, vento terral e ondas perfeitas acima de 3 metros serviram de cenário para a segunda edição do Red Nose Tow In Championship, evento de surf grande que já virou um sucesso no mundo.

E eu não podia perder essa por nada! Afinal, não é sempre que a previsão é tão otimista para um evento desta magnetude! Folguinha no trabalho, aí vamos nós!
Depois de uma sessão de surf irada em Bora Bora, um pico de São Sebastião que só quebra quando o monstro tá inchar, seguimos para Maresias. No caminho, achamos mais um clássico: Bananas Point.

O Banana é um pico que raramente quebra e fica de frente para uma balada de mesmo nome. Como a casa noturna não estava funcionando, os caras liberaram para os "surfistas fissurados" descerem não babarem e deck Diante das esquerdas perfeitas que varriam as pedras. Um show da natureza!

Bananas funcionando Point. Foto: Macarrão

Mas a grande estrela do dia era ela, a praia de Maresias e seus canudos esverdeados. Chegamos no pico e nos deparamos com esta cena. Sem comentários ...

Maresias, São Sebastião - SP. Foto: Gil Hanada / Waves

A energia na Beira inexplicável era da Areia. A força das ondas, uma vibe dos competidores, um dos expectadores admiração, tudo único.

Estrutura do evento. Foto: Marilia Fakih

Na água, só os mestres: Psicologia de Maresias, o Anfitrião, Carlos Burle, Eraldo Gueiros, Garret McNamara, Grant "Twiggy" Baker, Pato, Rodrigo "Monster" Resende, Rodrigo Koxa, Danilo Couto, Luis Roberto Formiga, Daniks Fischer ( brother!), Jorge Pacelli, Haroldo Ambrósio, Romeu Bruno, Trekinho, Bruno Santos ... Sem esquecer, claro, os campeões: Paulo Moura e Wilson Nora!

Parabéns a todos ... E para quem esteve presente neste dia, as imagens ficarão para sempre na memória!

Para quem não foi memorável, fotos e vídeo do evento:
http://videolog.uol.com.br/video?486574

Garret McNamara. Foto: Munir El Hage / Waves

Carlos Burle. Foto: Munir El Hage / Waves

Alemão de Maresias. Foto: Munir El Hage / Waves



Paulo Moura. Foto: Gil Hanada / Waves
Os campeões - Paulo Moura e Wilson Nora. Foto: Munir El Hage / Waves